Ali. Aqui. Tudo e todo lugar parecem tão distantes. Apenas muitos quilômetros. Delirantes se percorridos. À distância não tem sentido. E a distância não tem um. Sente-se uma brisa em todo o corpo. O rosto desfigurado pelo movimento carrega emoções, contorções se apresentam. Para não perder nada. Nem que seja o mais ínfimo detalhe despercebido lá atrás. Ademais. Não mais, jamais. Por trás, uma sensação estática e performática. Um instante permanece infinito na memória. Para não ser largado torna-se amargurado. Por não voltar mais ao tempo presente. Não como fora e não como queríamos que fosse ou que se seguisse. Por fora, pôr para fora. Afora percepções e conotações. Hora, ora.

      Lá. Acolá. Instantes irritantes. Por não serem desfrutados antes. Ante isso, relatados apenas. Acenas para tudo. Carências de outros tempos e ao todo o. Para sempre. Jazer na imaginação. Voar sob nuvens. Debaixo dos telhados. Molhados pelo sereno do lusco-fusco. Serenos momentos. Tormentos muitas vezes. Temes outros tempos. Temos muito ainda. Corremos contra ele. Passamos sobre eles. Estes não deviam seguir. Apenas o fazem para coibir. Colibris chupins. Instintiva. Mente distante e errante. Errônea na maioria das vezes não. Não para mim. Tardes as tardes. Claras as noites. Belos os instantes. Pedantes e conflitantes. Das convicções e convenções. Representações natas e estupefatas do anfiteatro. Recatos. Recados.

     Atrás. Detrás. Por trás. Traz recordações, menções. Brilhante se pudéssemos muda-los. Muralhas nos impedem. E, medem nossos caminhos. Regulam nossos destinos. Afrontam nossos sonhos. Somos presos por tudo. Prisões de outros tempos. Temo o depois.  Temos o antes. O amanhã ontem de hoje. Participo do passado. Pretérito. Prefiro assim. A mim o resto não importa. Anedota denota incompreensão. Escuridão. Memento sempre lamento. A contento assim. Contente quase nunca. Residente pudera. E não era. Serra. Plural. Mural. Ais. Muito mais. Linhas, milhas. Birras também. Manhas manhãs. Lagoas de mágoas. Afagos da memória. A partir de então, serão menção. Mimo.  Cobre e milhares encobrem. Descobertas cobertas. Feridas abertas. Sempre alertas.

     Malares. Mares. De feições. Repetidas, emitidas, exibidas, inibidas. Afeições. Faces fáceis. Mas difíceis de recordar nitidamente. Passes de instantes. Recordações de semblantes. Relevantes reveses. Vai-e-vem. Vão e vem. E, vêem. Ate mim. As mãos são cenas. Mecenas. Meandros. Sós com tudo e todos ao redor. Sois. Só o que realmente importa. Real retórica. Colocas colóquios. Melhor assim. Agora, pois antes, na memória, só olhares. Perplexos que se perpetuam para sempre. Sente? Sinto. Sente-se. Sinta e não minta. Cá entre nós. Cós. Prós. Após tudo, tudo será nosso. Assim. Sendo como sempre quis. Abris.

 

           



 Escrito por Mim às 19:18:07
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